“Nós tivemos algumas chances de matar o jogo, mas a bola pegou na canela dos meus jogadores. Isso nos deixou um pouco insatisfeito. Nós já sabíamos que o gramado não permitia muito a posse de bola e por isso que o Fernandinho não fez o gol. Se a partida não ficou bonita, graças ao campo, ela sobrou em emoção e pegada”, justificou o técnico do Vitória.
Com relação a atuação do árbitro Leandro Vuaden, o treinador não questionou a expulsão do meia Preto no final do primeiro tempo: “ele foi imprudente e até mereceu ser expulso”, mas questionou a parcialidade do gaúcho com as faltas cometidas pelos jogadores do Americana durante toda a partida no Estádio Décio Vitta.
“Foi uma falta forte, na nossa frente. Acredito que a expulsão foi justa. Agora, o que o Alê fez durante o jogo foi um absurdo. Ele cometeu cinco ou seis faltas violentas. Não é pelo fato do Americana estar jogando em casa que não poderia ficar com 10 em campo. O jogo teria ficado muito melhor, para gente, se ficasse 10 contra 10”, disse Benazzi.
No desembarque no Aeroporto Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, o treinador do Vitória mostrava-se bem mais otimista, e previu: "Estaria feliz se tivesse acontecido a vitória contra o Americana. Foi um jogo de pegada, de divididas fortes. Ainda assim comemoramos o resultado, pois acreditamos no grupo. Vitória é Vitória", concluiu.
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