sábado, 12 de novembro de 2011

No Bahia de Joel 12 dos 15 gols, foram marcados no segundo tempo


Danny Morais e Souza em treino puxado


As peças estão no tabuleiro e a estratégia do técnico  Joel Santana já foi passada. O duelo com o Atlético Goianiense, domingo, às 19h, no Serra Dourada, será encarado pelo tricolor como se fosse partida de xadrez: o Bahia, cauteloso, vai esperar o ataque rival. Só após muito estudo o Esquadrão tentará o xeque-mate.

Aconteceu assim nos 12 jogos de Joel à frente do clube na Série A. Dos 15 gols marcados, 12 aconteceram no segundo tempo. O técnico, por sinal, nunca escondeu de ninguém a preferência pelo estilo mais precavido. “O futebol é assim: primeiro a gente defende e só depois ataca”, diz ele.

Os pupilos mostram que já entenderam o tópico número 1 da prancheta: a iniciativa parte dos adversários.
O driblador Magno terá sua segunda chance consecutiva no time titular. Para ele, o esforço a mais na marcação ajuda a ganhar moral com o treinador. “Ninguém pode ficar morgado. Todos precisam se ajudar dentro de campo. Quanto mais a gente aperta lá na frente, menos risco a nossa defesa vai passar”, revela o único homem de criação no meio-campo tricolor.
Domingo, Magno espera o Bahia ainda mais dedicado na marcação. O motivo? Sobra espaço na casa do Atlético. “O Serra Dourada tem um campo muito extenso”, avisa.

De fato, o jogador está certo. A dimensão do gramado goiano é de 110m x 75m. Em Pituaçu, os jogadores estão acostumados com um campo de 105m x 68m. O homem das trancinhas tem alguns macetes. “Vamos recuar um pouquinho e fechar bem os espaços. Quem sabe a gente não mata o jogo num contra-ataque rápido?”, projeta.

Mudanças  No meio de campo, ao lado de Magno, estarão Fahel, Fabinho e Diones. Três jogadores de ‘pegada’ para segurar o atacante rival Anselmo, artilheiro do Atlético com 11 gols e jogador com o maior número de finalizações certas na Série A: 42.
Jogar no erro adversário pode ser até um bom caminho, pois a preocupação do lado de lá é evidente. O Atlético Goianiense vem de três derrotas seguidas.

Mas o Bahia também precisa dos três pontos pra fugir da degola. Joel, assim como no jogo do São Paulo, deixa ‘surpresas’ para o segundo tempo.
Nos treinos da semana, Nikão e Júnior entraram no time para formar um quarteto ofensivo com Souza e Lulinha. O zagueiro Paulo Miranda logo se recorda. “Esse tipo de mudança acaba surpreendendo muito time, não é? Foi assim no nosso último triunfo”, diz. Parece que os gols tricolores vão ficar mesmo para o segundo tempo. Mais uma vez.

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