sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Carlos Alberto dá adeus ao Fazendão e não deixa saudades


Sem destino, Carlos Alberto dá adeus ao Fazendão e não deixa saudadesAntes da primeira partida no Estádio de Pituaçu, pelo Brasileirão da Série A de 2011, os jogadores Ricardinho e Carlos Alberto foram apresentados ao torcedor como principais contratações do tricolor para temporada.  É, mas falando apenas de um deles, a relação entre a palavra destaque e o nome do atleta ficou restrita ao papel.

Com a fama de ser um jogador bad boy, impressão que deixou ao ser dispensado do Grêmio com apenas dois meses de clube, Carlos Alberto chegou prometendo desfazer a imagem criada sobre sua personalidade. Aparentemente, isso ele conseguiu, não se pode negar.  Ao contrário do que muitos falavam e especulavam a seu respeito, o atleta demonstrava ser uma pessoa imbuída nos objetivos do elenco, sempre brincalhão com os companheiros e membro da comissão técnica, aparentemente sem qualquer grave problema de relacionamento. O discurso do Carlos Alberto amigo foi confirmado por alguns funcionários do clube, que por muitas vezes se deparavam com um ser humano bem diferente do que estavam acostumados a ler e ouvir. 

Se fora de campo o comportamento de Carlos Alberto era motivo de surpresa e elogios, os números, com a bola rolando, passam longe de qualquer comentário positivo. O meia, revelado pelo Fluminense, participou de 19 jogos do Campeonato Brasileiro e não conseguiu sentir o gostinho de comemorar um gol pelo esquadrão. Para piorar, não chegou aos pés do futebol que o consagrou campeão do Mundial de Clubes, pelo Porto, em 2004. Não conseguiu cumprir o verdadeiro papel de camisa 10, função para qual foi contratado, e pecou por não obter uma sequência de jogos. Proximidade mesmo o camisa 19 teve com os cartões amarelos, sete no total, e com departamento médico do clube, mesmo que de forma indesejada.

Em pouco mais de sete meses de Bahia, o jogador encarou uma série de problemas que o fizeram ter a fama de atleta “chinelinho”, termo usado na linguagem popular para apelidar o jogador que inventa razões para não entrar em campo. Carlos Alberto, dentre os problemas, sofreu uma forte virose, estiramento na coxa, ferida na coxa direita, inflamação no dedão do pé e o velho incômodo na região do púbis, dor essa que não é novidade na vida do atleta, de 27 anos.

Fora dos planos da diretoria do Bahia para 2012, e também dos vascaínos, clube detentor dos seus direitos federativos, Carlos Alberto segue, sem deixar vestígios de saudade, com futuro indefinido para próxima temporada.
BN Esportes

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