O presidente da Fifa, Joseph Blatter, havia prometido revelar, nesta terça-feira (6), os documentos do caso ISL, antiga empresa de marketing que teria pago propina para o atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, e ao presidente de honra da entidade máxima do futebol, João Havelange. Porém, os dirigentes brasileiros ameaçaram também fazer revelações sobre denúncias envolvendo o suíço e, por isso, o escândalo foi arquivado novamente. As informações foram publicadas nos jornais Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo.
Teixeira e Havelange são acusados de terem recebido dinheiro da ISL, antiga parceira da Fifa na década de 90 e que faliu no começo do século XXI. A intenção de Joseph Blatter era revelar os documentos principalmente para conseguir tirar o presidente da CBF do Comitê-Executivo da Fifa e, consequentemente, da candidatura para presidente da entidade em 2015. Porém, segundo o Estado de S. Paulo, aliados de Teixeira deram um recado ao presidente da entidade máxima do futebol: se ele cair, Blatter cai também.
O mandatário do futebol afirma que "medidas legais foram tomadas por uma das partes envolvidas", o que impediria a divulgação dos documentos. E garantiu: "A Fifa estava trabalhando de forma intensiva para poder publicar os documentos da ISL, era meu objetivo".
BN Esporte
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