O destino vem driblando o encontro com a mesmíssima desenvoltura mostrada pelo camisa 10 do Barcelona e pelo 11 do Santos. Neymar e Messi poderiam ter se enfrentado na Copa de 2010, quando Dunga freou qualquer possibilidade de confronto.
Na última Copa América, Brasil e Argentina trataram de ficar pelo caminho, adiando outra vez o duelo mais esperado dos últimos anos. Nem a Fifa permitiu os dois em situação de disputa, ao deixar Neymar de fora da lista dos três melhores do mundo no troféu Bola de Ouro, que será concedido em janeiro.
Domingo, às 8h30, o Mundial de Clubes corrige essa distorção. O craque argentino enfrenta o garoto que promete ser seu principal concorrente ao posto de melhor do mundo num futuro bem próximo.
Aos 24 anos, Messi é o segundo maior artilheiro da história do Barcelona, conquistou a Taça do Rei, Campeonato Espanhol, Liga dos Campeões da Europa, Mundial de Clubes. Tem duas Copas no currículo.
Cinco anos mais jovem, Neymar apareceu com força em 2010. Ganhou um Paulista, uma Copa do Brasil e uma Libertadores. Está a um gol de completar o 100º na carreira. É uma estrela em ascensão, que ainda não se sabe onde pode chegar.
Comparação Além do repertório de dribles, passes e golaços, Neymar e Messi têm mais em comum. No Mundial, ambos são responsáveis por 11% do total de passes certos de suas equipes, números da Footstats estatísticas.
A dupla ainda está empatada no quesito tempo com a bola no pé: 13% do total de Santos e Barcelona.
Os números não vão definir o vencedor do confronto, bem como é impossível medir a capacidade de cada um pelo desempenho de suas equipes, mas Neymar e Messi serão os protagonistas da final deste Mundial.
Correio
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