Após abrir dois gols de vantagem, o Bahia permitiu o empate dos donos da casa e chegou a levar a virada. Porém, nos minutos finais, conseguiu novamente ficar a frente do placar e sair com os três pontos. O presidente do Itabuna, Ricardo Xavier, em contato com o Bahia Notícias, reclamou da validade do gol de empate do tricolor, alegando que estivesse impedido e da marcação do pênalti que garantiu a vitória dos visitantes.
- A atuação do árbitro foi lamentável. Eu sei que a Federação [Baiana de Futebol] trabalha para capacitar o quadro de arbitragem, mas infelizmente Gleidson definiu a vitória do Bahia. A gente sabe o quanto é difícil montar um time no interior, ainda mais na situação do Itabuna. Conseguimos uma virada limpa e aí acontece o que aconteceu. Ele deu um acréscimo absurdo, o jogador do Bahia [Titi] tinha que ter recebido o segundo amarelo e ser expulso, o terceiro gol do Bahia estava impedido e um pênalti que não existiu – criticou.
O dirigente ainda afirmou que o clube tomará providencias necessárias em relação aos erros da arbitragem.
- Já mandamos um comunicado para a Federação para que ele [Gleidson] seja, no mínimo, punido – completou.
E o prejuízo de ficar sem os três pontos não foi o único sofrido pelo Itabuna. Devido à confusão causada pelos policiais grevistas, a torcida acabou derrubando os portões e o público pagante foi de apenas 756, apesar de ter mais de 4 mil pessoas no estádio. Sobre o assunto, Ricardo Xavier também afirmou que tomará providências para que o clube seja ressarcido financeiramente.
- Houve a invasão e o Itabuna ficou no prejuízo. Estamos aguardando a Federação compensar, até porque para nós deveria ter acontecido o adiamento do jogo, pelo menos até a força nacional chegar. Quando chegou, a torcida já tinha entrado – lamentou.
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