Para o clássico Ba-Vi de domingo, 12, em Pituaçu, o Vitória volta a contar com o seu ‘anti-herói’. Odiado por alguns torcedores, mas destaque na temporada 2012, Uelliton foi poupado na última rodada e o time sentiu sua ausência.
“É preciso paz entre a torcida e o atleta. O torcedor é nosso 12º jogador e precisamos respeitá-la. Sei da mágoa, mas o Vitória precisa de todos unidos. Uelliton é rubro-negro e está triste com isso. Ele quer a paz com a torcida. Tomara que isto seja uma questão de tempo”, disse Ricardo Silva, que trabalha com o volante desde 2007.
Líder da equipe, Geovanni garante que Uelliton quer atuar no Ba-Vi e dar mais um triunfo ao Vitória. “Uelliton está focado, como os demais atletas. Sabemos que ele é um dos destaques do Vitória na temporada e sentimos sua falta contra o Juazeirense. Temos que fazer de tudo para o Vitória conseguir seus objetivos este ano”, assegurou Geovanni.
Para Neto Baiano, não adianta confrontar a torcida. “Rapaz, passei por isso em 2011. Falei bobagem e a torcida pegou no meu pé. Às vezes nos expressamos errado e magoamos a torcida. Fiz isso, pegaram no meu pé, mas pedi desculpa e mostrei em campo meu amor pelo Vitória. Hoje me arrepio ao ouvir a torcida gritando meu nome. Com fé em Deus vai acontecer o mesmo com Uelliton. Tudo vai passar”, explicou o artilheiro do Leão.
Ba-Vis - Uelliton não quer falar, mas não é preciso ouvir dele a vontade de disputar mais um Ba-Vi na carreira. O volante esteve presente nos últimos 10 clássicos, entre 2009 e 2011. Venceu mais que tropeçou. Ao todo, foram cinco triunfos e quatro derrotas.
A sua marca mais interessante é referente aos Ba-Vis em Pituaçu. Das sete partidas no palco de domingo, venceu quatro e perdeu apenas duas.
O Ba-Vi também deixa o ânimo de Uelliton mais explosivo. Basta o Bahia vencer para o jogador perder a cabeça e sair antes da partida terminar. As últimas duas derrotas do Leão em Pituaçu teve expulsão de Uelliton.
“É mais uma prova que ele ama o Vitória. Não sabe ver o seu time perder para o Bahia. No último Ba-Vi lá, eu e ele fomos expulsos. Gostamos daqui”, completou Neto Baiano. No time profissional desde 2007, Uelliton fez 138jogos oficiais no Leão, com 15 gols. No clássico ainda não teve gol dele, mas este ano o atleta é o vice-artilheiro do clube, com 3.
Para Neto Baiano, não adianta confrontar a torcida. “Rapaz, passei por isso em 2011. Falei bobagem e a torcida pegou no meu pé. Às vezes nos expressamos errado e magoamos a torcida. Fiz isso, pegaram no meu pé, mas pedi desculpa e mostrei em campo meu amor pelo Vitória. Hoje me arrepio ao ouvir a torcida gritando meu nome. Com fé em Deus vai acontecer o mesmo com Uelliton. Tudo vai passar”, explicou o artilheiro do Leão.
Ba-Vis - Uelliton não quer falar, mas não é preciso ouvir dele a vontade de disputar mais um Ba-Vi na carreira. O volante esteve presente nos últimos 10 clássicos, entre 2009 e 2011. Venceu mais que tropeçou. Ao todo, foram cinco triunfos e quatro derrotas.
A sua marca mais interessante é referente aos Ba-Vis em Pituaçu. Das sete partidas no palco de domingo, venceu quatro e perdeu apenas duas.
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