Ao pé da letra, Carlos Rátis é apenas o atual interventor do Bahia, mas não conseguiu efetivamente trabalhar nas últimas 48 horas desde sua nomeação.
O problema é que “estrategicamente” a direção afastada do Bahia, e seus funcionários diretos, não estão e nem vão colaborar com as ações do interventor. O objetivo é ir “empurrando com a barriga” a intervenção, até a cassação da sentença de mérito expedida pelo Juiz da 28ª Vara Cível, que pode não acontecer, ou sair a qualquer momento com a reintegração de Marcelo Guimarães Filho à presidência.
Rátis não conseguiu o que queria nas suas primeiras ações, que era a lista, a relação dos sócios contribuintes. Acompanhado de um oficial de justiça, esteve na sede de Praia da Boca do Rio, no Fazendão e até no escritório de Marcelo Guimarães Filho, e terminou voltando ao Fórum Ruy Barbosa para fazer um relatório de suas ações ao juiz.
Fonte Tribuna da Bahia
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