Deixe em casa qualquer sentimento de raiva, rivalidade, provocação porque você corre o risco de ser preso, julgado, proibido de frequentar os estádios em Salvador, e punido com prestação de serviços comunitários a entidades assistenciais da Bahia.
Num clima de cordialidade, mas nitidamente de seriedade e rigor no compromisso com a segurança, aconteceu ontem à tarde no Comando geral da Polícia Militar da Bahia, a reunião com todos os segmentos que estarão diretamente envolvidos no clássico Ba-Vi de domingo no Complexo da Toca do Leão.
O encontro, sob o comando do Major Henrique Melo, Coordenador do Bepe - Batalhão Especializado de Policiamento em Eventos, contou com a participação dos representantes das torcidas organizadas de Bahia e Vitória, do Ministério Público, da Federação Bahiana de Futebol e representantes dos dois clubes.
Ficou definido que um contingente de quase mil homens, 956 para ser preciso, irão trabalhar nas imediações, entorno, e no Estádio Manoel Barradas para combater com rigor, tolerância zero, qualquer irregularidade de torcidas organizadas dos dois clubes, como as cometidas no último Ba-Vi, lá mesmo no Barradão, que resultou na suspensão da torcida Bamor, do Bahia. A ação da Polícia Militar terá o apoio direto e integrado do Ministério Público.
“É preciso deixar claro que a ação da Polícia Militar não é de coação, mas sim de orientação, prevenção, apoio aos torcedores que vão ao estádio assistir um espetáculo de futebol. Por isso, mais uma vez, pedimos a participação, a colaboração das Organizadas no apoio de todos e que este seja literalmente um Ba-Vi de Paz”, ressaltou o Major Henrique Melo.
De acordo com o Major Henrique Melo, os homens que vão atuar na segurança do jogo são treinados e qualificados para agir com rigor em eventos deste tipo. A preparação tem em vista a segurança no mundial de 2014.
A torcida organizada que descumprir o Termo de Acordo e Condutas (TACs) assinado entre as torcidas, Polícia e o Ministério Público serão punidas com o pagamento de multa de dois mil reais, dois jogos sem poder ir aos estádios, além prestar serviços ao Núcleo de Apoio a Criança com Câncer da Bahia.
Fonte Tribuna da Bahia
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